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Autenticamente Nova York

5 lojas de discos incríveis de Nova York October 28 2017 1 Comment

Nova York e, em geral, os EUA, é considerado o lar de algumas das produções musicais mais importantes do mundo, porém, hoje em dia as lojas de discos ”vinil” estão cada vez mais escassas aqui: com a era digital, de fato, muitas lojas especializas decidiram acabar com a venda de música em formato físico.

Se você é um apaixonado por discos, não se preocupe, porque neste artigo vou mostrar-lhe 5 lojas de discos em Nova York, e já adianto que todas merecem ser visitadas!

Pronto? Vamos começar!

 

  1. Generation Records

A Generation Records certamente deixará os entusiastas de punk e metal extasiados. Dividida em dois andares contém discos para todos os gostos! Os objetos colecionáveis e a grande variedade de t-shirts tornam essa loja ainda mais mágica e o risco de passar um dia inteiro andando por seus corredores é grande.

 

Como chegar?

Felizmente é muito fácil chegar até a Generation Records: ela está localizado no 210 Thompson St, a um quarteirão da Praça Washington, que marca o fim (ou o início, depende de onde você vem) da Fifth Avenue.

Se você quiser chegar por transporte público, sugiro pegar o metro A, B, C, D, E, F, V para "W 4th Street".

 

  1. Turntable Lab

Turntable Lab é uma dessas lojas que você não deve julgar pela fachada: a vitrine é um pouco anônima e a placa muito pequena, o que pode acabar enganando você. Dentro desta loja localizada no bairro de Greenwhich você vai achar uma grande coleção de vinil, com foco especial nos gêneros nacionais, eletrônicos e de bandas alternativas. Além disso, você também pode encontrar equipamentos modernos de mixagem.

 

Como chegar?

O Turntable Lab fica localizado na 84 E 10TH Street, entre a 3th e a 4th Avenue. E para chegar lá de transporte público, você deve pegar a linha de metro B para Brighton Beach e, em seguida, parar na Broadway - Lafayette St.

Estando na região do Village, não deixe de visitar o bairro, vale a pena!

 

  1. Rough Trade

Rough Trade é definitivamente uma das melhores lojas de discos de Nova York, por quê? Lá você vai encontrar vinis e discos de todos os tipos, concertos ao vivo de bandas indie e o melhor de tudo, um bar! Em suma, esta loja é uma ilha para todos os entusiastas da música.

 

Como chegar?

Rough Trade fica localizado no Brooklyn (64 North 9th St) e para chegar até este pequeno paraíso, você tem que pegar a linha de metro L para "Bedford Ave".

 

  1. A-1 Records

A-1 Records é uma loja em Turntable Lab: pequena, mas com muitos vinis!Essa é uma loja que vocês não devem subestimar. Nessa loja existe um ótimo departamento dedicado aos discos usados. Se você está procurando alguma oportunidade de mercado vale a pena visitar.

 

Como chegar?

A-1 Records fica localizada na 439 E 6th St. E para chegar lá, eu recomendo que você use o metrô. Pegue a Linha F em direção a Coney Island-Stillwell Avenue, basta descer na parada da 2ª Avenida e andar alguns metros a pé.

 

  1. Downtown Music Gallery

E por último o Downtown Music Gallery, a quinta e última loja de discos desta lista. Bom, o que tenho a dizer é: se você é um amante do jazz, você encontrará o seu disco dos sonhos nesse paraíso. O estilo "antigo", casa perfeitamente com o jazz, esta loja irá fazer você sentir algo mágico, algo de uma antiga Nova York.

 

Como chegar?

Downtown Music Gallery fica localizada na 13 Monroe St, e para chegar lá, eu sugiro o uso do metrô, linha F, direção Coney Island e descer na East Broadway, depois basta caminhar alguns minutos.


Dicas de como Dirigir e Alugar um Carro nos EUA October 26 2017

Documentos, Sinalização e Estilo de Direção

Essa é uma dica que vale para todos: a única maneira de realmente conhecer de forma profunda os Estados Unidos da America é fazendo uma jornada por suas magníficas e emblemáticas estradas.  No entanto, um elemento fundamental é muitas vezes ignorado: como dirigir nos EUA?

Neste artigo, vamos lhe dar todo passo a passo para se dirigir nos EUA,e  assim, fazer você aproveitar ao máximo sua viagem.

Como dirigir nos EUA?

Dirigir nos EUA não é difícil, especialmente se você se manter longe das ruas mais movimentadas das grandes metrópoles. Na verdade, as autoestradas são perfeitas para um passeio descontraído e agradável. Para dirigir com segurança, você terá que ter em mente algumas regras básicas.

O código Americano de direção:

Devemos enfatizar algumas coisas importantes:

  • A ultrapassagem à direita é permitida nas ruas com pelo menos duas pistas.
  • Salvo indicação contrária, é possível girar à direita até a segurança, mesmo com o sinal vermelho.
  • É absolutamente proibido ultrapassar um ônibus escolar estacionado com as luzes piscando, pois indica a presença de crianças.
  • Nas rodovias, há uma faixa denominada "car pool lanes", indicada por um símbolo em forma de diamante para carros que transportem pelo menos duas pessoas. Tudo para incentivar o uso de um veículo para mais de um passageiro.

Limites de velocidade

Na América, os limites de velocidade são expressos em milhas (1 milha corresponde aproximadamente a 1,6 km) e muitas vezes variam de Estado para Estado. Em geral:

  • Nas cidades, o limite é de 25/35 milhas (40/55 km/h).
  • Nas rodovias, no entanto, o limite é de 55/75 milhas (105/120 km/h).

Nas estradas da estrada há uma maior tolerância aos limites de velocidade e você também pode chegar nas 5/10 milhas acima da média. Os limites, no entanto, devem ser obrigatórios em grandes centros urbanos e particularmente perto das escolas.

Dica importante! Caso seja parado por um policial, lembre-se de não sair do carro e aguardar as instruções do oficial, segurando as mãos firmemente no volante.

 

Sinais Rodoviários

Se o seu objetivo é entender de modo completo como dirigir com segurança pelos EUA é muito importante aprender a sinalização rodoviária.

  • Interstate: Rotas rodoviárias que ligam estados. São realmente fáceis de reconhecer, pois são indicados por uma letra seguida de uma sequência de números. A numeração deve ser levada em consideração como se a rota ímpar fosse de norte a sul ou vice-versa, ou se ela vai de leste a oeste ou vice-versa.
  • Highways: Exatamente o equivalente a nossas rodovias, também são indicadas através de um sinal de cor verde. As saídas são sinalizadas com uma numeração progressiva e são facilmente reconhecíveis.
  • Freeways são “estradas estaduais” que permitirão viajar para as áreas rurais de seus respectivos estados.

 

 

Left turn yield on green: quando você virar à esquerda, você deve dar prioridade a quem vem na direção oposta.

Junction: É o nosso entroncamento.

No turn on red: Não é possível virar a direita com o semáforo vermelho.

 

Estacionamento na América

Os estacionamentos são outro elemento importante. Em geral, nas áreas periféricas, não existem restrições específicas, exceto para as rotas mais movimentadas. Outra história para o centro da cidade, onde os estacionamentos geralmente são muito limitados e marcados com os seus próprios indicadores.

 As restrições de estacionamento em algumas cidades são indicadas por cores específicas na calçada adjacente:

Vermelho: proibição de estacionamento

Amarelo: reservado para veículos autorizados

Branco: parada curta para embarque e desembarque de pessoas

Verde: parada permitida dentro dos prazos marcados na região

Também é proibido estacionar a uma distância menor do que 3 metros de um hidrante, e é obrigatório estacionar sempre na mesma direção da pista.

 

Alugando um Carro

Finalmente chegamos ao último passo, alugar um carro nos EUA. O conselho que lhe dou é reservar on-line e depois buscá-lo diretamente no aeroporto. Mas você precisa ter cuidado com algumas coisas:

  • Os condutores com menos de 25 anos geralmente pagam uma tarifa mais elevada.
  • Devolver o seu carro em um local diferente de onde você pegou, terá um custo adicional. Nos estados da Califórnia e Nevada, isso só é aplicado nos meses de verão.
  • A quilometragem na maioria dos casos é ilimitada, mas, em todo caso, você deve verificar sempre para evitar surpresas desagradáveis.
  • Se você devolver o carro após o horário de funcionamento da locadora, você terá que pagar uma penalidade.
  • É possível durante o período de locação indicar um motorista adicional pagando um custo extra.
  • Verifique se a sua reserva inclui Collision Damage Waiver (CDW), também denominado Damage Waiver (LDW), que cobre qualquer dano ao seu carro ou perda do mesmo.

Agora que você já tem todas as dicas de como dirigir nos EUA, você só precisa reservar sua viagem e colocar o pé na estrada! Essa será uma experiência que você vai levar para o resto de sua vida.


O US OPEN, e a chance de conhecer o Queens. Vamos com o Luca! September 05 2016

Luca Marfé
Instagram: @lucamarfe - Twitter: @marfeluca
www.lucamarfe.com


O US Open é um dos eventos mais incríveis realizados na cidade de Nova York. Como vocês sabem os americanos são incomparáveis em termos de organização
Se você é ou não fã ou não fã de tênis, não faz diferença: Venha conhecer comigo os jogadores e as celebridades de todos os cantos do planeta que vão estar aqui.

A estrutura é colossal e o torneio tem quatro fases principais e inúmeros campos secundários. Acima de tudo, temos que destacar a quadra principal (central) que leva o nome do lendário Arthur Ashe, com 23.000 assentos e um incrível teto retrátil, uma bela homenagem ao ex jogador de tênis afro-americano que em 1968, ganhou o primeiro US OPEN.
Para chegar ao US OPEN é só usar a linha 7 do metrô usando o seu MetroCard e após descer (parada Mets-Willets Point) vá para o leste. Dê uma olhada também na extremidade oposta, la vai estar o estádio dos Mets!
A poucos minutos a pé, se você não tiver feito a compra on-line, vai ver uma fila para compra de ingressos.
Que se torna bem grande durante a parte final do torneio.
O preço das entradas varia muito: ele começa a a partir de 75 dólares para o ground, com o qual você pode passear livremente em torno da área esportiva e ter acesso as quadras menores, caso você queira ver algum jogo mais importante, prepare-se para pagar alguns “mil” dólares.
Meu conselho, a menos que você seja um grande fã, é de aproveitar a possibilidade de participar desse evento, é pagando a entrada de 75 dólares, não que seja barato, mas é um valor justo para se desfrutar de um momento de relaxamento total em ambientes elegantes, grandiosos e divertidos ao mesmo tempo.






Meu passatempo favorito aqui, são os encontros inesperados em que o espírito competitivo e as apostas causam um ambiente com muita tensão (esportiva, é claro),  sendo o plano de fundo para grandes jogos.
Manhãs e tardes inesquecíveis, passadas em um ambiente descontraído entre autógrafos e sorrisos. Com as lendas do esporte, logo ali, a um passo.
Levem as crianças, especialmente para elas, tudo é uma grande festa.

Para comer, você tem várias opções, quase todas bem americanas. Um festival de hambúrgueres e cachorro-quente, servidos com uma avalanche de batatas fritas e todos os tipos de bebidas (escolha um copo grande e guarde como lembrança!).
O meu favorito, no entanto, é o Fish Shack, onde podemos desfrutar de uma salada gigante de lagosta e camarão por 21 dólares, sendo a melhor opção, especialmente se você não quiser sair da sua dieta. A salada é deliciosa!
O Neapolitan Express também é uma boa pedida, onde você pode desfrutar de uma boa pizza, "quase" autêntica.





E finalmente, podemos tomar uma boa xícara de café Lavazza, que são parceiros e patrocinadores do torneio. Os quiosques italianos de café estão espalhados por toda parte.
E não se esqueça de passar pela loja da Ralph Lauren (tem modelos incríveis de camisa polo!). É a marca oficial do torneio, os vendedores são extremamente simpáticos. Os americanos são altamente qualificados em "fazer dinheiro", mas eles também sabem como fazer você se sentir em casa.



O lindo passeio pelo High Line September 01 2016

Por: Mariagrazia De Luca

 deluca.marymary@gmail.com

E pensar que em 1999 estavam para demolir o resto da antiga linha ferroviária que em 2009, tornou-se, graças às constantes batalhas da associação Friends of the High Line, se tornou um dos mais belos e dinâmicos parques de Nova York.

Os restos ferroviários faziam parte do West Side Elevated Highway, que foi construído no início dos anos de 1900 para substituir a estrada de ferro que antigamente corria no nível da rua. Por causa da grande quantidade de acidentes que estvam acontecendo entre o tráfego local e o ferroviário, a 10th Avenue foi apelidada de "Death Avenue". Esse certamente não é o maior parque da cidade, não tem grandes lagos ou uma área com muita grama verde, onde você pode fazer um piquenique, como Central Park. Você também não pode andar de bicicleta no High Line bem porque é proibido o uso de bicicletas nesse parque.

O High Line é um lugar mágico por outras razões: Ele foi construído sobre os trilhos da antiga ferrovia, e o parque também oferece uma vista espetacular! Com o Rio Hudson de um lado e do outro ... o Empire e todos os outros edifícios históricos e modernos de downtown e Midtown, alguns visto de longe outros de perto durante a sua caminhada de quase dois quilômetros e meio do Meatpacking District até as ruas do Chelsea. Vocês vão passar ao lado do Standard Hotel, vai dar para ver as suítes e os seus hóspedes, alimentando o sonho de um dia ser você hospedado em uma das suítes de luxo desse hotel incrível. Nunca diga nunca, especialmente em Nova York. Caminhando pelo High Line podemos sentir o coração de Nova York batendo.

Informações sobre o High Line Park

Como chegar ao High Line

O High Line se estende ao longo de treze ruas, desde a Gansevoort Street (na metade do Meatpacking District) até a West 34th Street (entre 10th e a 12th Avenue).

Horário de abertura:

Embora durante os meses de inverno, o parque feche antes do pôr do sol, durante o verão, o parque fica aberto das 07:00 até as 23:00 horas.

Como se entra no parque?

Por elevadores: 14th, 16th, 23rd, 30th, 34th e na Gansevoort Street.

Por escadas: 18th, 20th, 26th, 28th, 30th street e 11th Avenue. 

Razões que fazem valer a pena visitar o parque

Há muitas razões para ir visitar o High Line, especialmente durante o verão, quando o parque fecha mais tarde do que o habitual, e as flores ganham mais cores e ficam mais brilhantes cercadas dos restos da antiga ferrovia que ainda são visíveis de algumas partes do parque... Enquanto vários artistas buscam nos entreter com suas apresentações originais, ao nosso nos vemos rodeados por instalações, muitas vezes excêntricas, que provocam o pensamento crítico e tornam o parque um lugar único onde a arte, a poesia e a paisagem industrial, histórica e natural se reúnem de forma surpreendente, talvez isso represente a harmonia de Nova Yorker.

As obras de arte

 

Ao caminhar pelo High Line, você vai encontrar obras de arte que vão deixá-lo com a boca aberta. Pelo menos isso aconteceu comigo quando eu conheci o Sleepwalker. Um homem de cueca andando com os olhos fechados e os braços para a frente como um verdadeiro sonambulo. "Eu não posso acreditar em meus olhos!" E só quando eu estava perto o suficiente, eu descobri que não era um homem de carne e osso, mas uma obra de arte "hiper-realista" feita pelo artista americano Tony Martelli. "Este é um parque único, o High Line é único no mundo!" O artista Giorgio Andreotta Calò, também exibe suas obras de arte no parque elevado. Há uma obra de arte muito original, o Wanderlust: São barras de latão finas inseridas entre as placas de linha de alta pavimento com nomes de personagens que viajaram por toda a América a pé. O trabalho foi inspirando por Peace Pilgrim, um ativista político que durante o século passado atravessou o país... 20 vezes!

Hoje cada artista que apresenta seus trabalhos na High Line refere-se ao projeto chamado "Wanderlust", que tem como tema central: O caminhar, a viagem, e a peregrinação.

Ver as estrelas do High Line

É gratuito e acontece toda terça-feira (até outubro) a partir do anoitecer até o fechamento do parque. O parque coloca a disposição dos visitantes telescópios profissionais, de onde você será capaz de apreciar as estrelas na companhia da Amateur Astrogy Association of NY. Em Nova York também é possível ver as estrelas de perto. O que vocês acham?

Dançar no High Line

Salsa, merengue e bomba são apenas alguns dos ritmos que é possível dançar dia 03 de agosto no High Line parque, na companhia de Aurora Flores e Zan del Barrio, dançarinos profissionais de Nova York. Algumas das bandas mais "hot" da cidade participam deste evento de dança, chamado de “¡Arriba!”.

Esportes

Se vocês gostam de esportes delicados (meditação) ou mais combatíveis (Tai Chi), você pode ter a experiência de algumas aulas gratuitas no High Line, toda terça-feira de manhã: Meditação, de 8 as 9. Tai Chi ( primeiro nível) 9:30 as 10:30.

Os evento do verão: O High Line se ilumina!

Já marquei na minha agenda eu não quero perder este evento incrível no High Line. Você também não deve perder, visite o site do High Line e faça o seu registro (Up Late, June 21st), é de graça, mas o número de bilhetes é limitado. http://www.thehighline.org/activities/up-late

E acima de tudo, lembre-se de chegar cedo. Como em muitos eventos gratuitos, nesse se aplica a regra do "primeiro a chegar, primeiro a ser servido", em outras palavras, há um risco de que o parque fique lotado rapidamente e você pode acabar ficando de fora. Então: Quinta-feira, 12 de julho de 22:00 à meia-noite o High Line será preenchido com apresentações nova-iorquinas de artistas excepcionais, alguns de renome internacional.

Blood Illumination é um dos mais interessantes e controversos. Na verdade, o artista Nova-iorquino Jordan Eagles usa o sangue como fonte primária de sua arte, geralmente ele usa sangue de animais, mas também faz uso do humano (como para Blood Mirror). As obras de Eagles são como uma provocação, como em 2014, o artista organizou um protesto contra a proibição de doação de sangue por homossexuais. Ele construiu obras de arte com o sangue de 9 homens, entre eles gays e transgêneros famosos. A obras de sangue contendo elementos orgânicos foi possível graças a um tratamento feito com resina que fazem as obras serem impressionantes, especialmente quando iluminadas na transparência por feixes de luz. As obras de Eagles tem a capacidade de interferir em nos mesmos, de forma profunda, íntima, visceral, difícil de colocar em palavras, mas que causam arrepios. Elas nos lembram de que somos feitos, a materialidade do sangue que nos mantém vivos: corpóreo, tangível, mas também como um elemento misterioso.

Durante o mês de agosto outros artistas vão invadir o High Line, como o corpo de dança Blanche Performance do Brooklyn. Os dançarinos quebram todas as barreiras entre o público e a arte, com um show interativo e surpreendente. Shadoah Goldman, o fundador da Carte Blanche, além de bailarino é um mestre de Shiatsu e um grande hipnotizador. O que mais podemos esperar desse espetáculo incrível?

O artista Merche Blasco também merece uma atenção especial, ele é um artista interdisciplinar que cria música eletrônica com instrumentos extremamente originais. Temos também a exibição do documentário Jackie 60: o filme, mostra todos os segredos das noites transgressivas da boate de Nova York Meatpacking 90.

Próximo ao High Line

Chelsea Market, Hudson River Park, Highline Ballroom (clube de música ao vivo), Chelsea Piers (um dos maiores complexos desportivos de Nova York), Whitney Museum of America, The Standard Biergarten (bar que pertence ao Standard Hotel, onde se pode provar um numero incrível de cervejas alemãs). 

 


O que fazer em Nova York quando vier com crianças August 31 2016

por Mariagrazia De Luca 

deluca.marymary@gmail.com

A Big Apple é uma cidade "family-friendly", com muitas atividades para crianças. Nesse texto nós apresentamos um guia para as famílias que planejam visitar Nova York. Não se esqueça dessas dicas.

O desfile de balões da Macy’s

Em 2016 completa 90 anos que a loja de departamento Macy’s organiza o desfile mais esperado do ano aqui em Nova York, ele acontece no dia de Ação de Graças ou Thanksgiving, ou seja, ele ocorre na quarta quinta-feira do mês de novembro. Se em 1924 ao olhar para o céu os espectadores poderiam ver balões gigantes do Popeye, Mickey Mouse hoje é possível ver Hello Kitty, Wimpy Kid, Ronald McDonald, o ranger vermelho dos Power Rangers, Bob Esponja, Snoopy e muitos outros. Mais de três milhões e meio de pessoas vão ao desfile de balões de Macy’s que ocorre nas ruas de Manhattan, e mais de 50 milhões assistem ao desfile on-line e pela televisão por todo o mundo. Apenas funcionários da Macy’s, suas famílias e amigos podem participar do desfile, mas você pode escolher um lugar com uma boa vista e se preparar com antecedência sabendo onde é mais conveniente para se sentar.

O desfile começa na 77th Street e Central Park West vai até Columbus Circle e, em seguida, continua na 6th Avenue. O melhor lugar: Central Park West na 59th com a 38th Street. Como o desfile passa entre 9 e 10:30 da manhã. Tente chegar cedo para ter certeza de encontrar um lugar com boa visibilidade. No segundo e terceiro andar daTime Warner Cable na Columbus Circle (que abre às 9:00), ali você poderá desfrutar de uma vista perfeita.

Áreas a serem evitadas: entre 34th e a 38th Street ou em frente a Macy’s Herald Square: os lugares são limitados porque é ali que os canais de televisão oficiais transmitem o desfile.

A parada da Macy’s é definitivamente uma grande festa nas ruas de Manhattan, com participação de bandas, shows e várias celebridades.

As luzes de Natal de Dyker Heights

O bairro Dyker Heights, no Brooklyn, todos os anos, na época do Natal, o bairro da lugar a uma antiga tradição, a de decorar as casas e ruas com milhões de luzes de Natal. Tudo fica iluminado: os telhados das casas, as árvores, as ruas ... Nos jardins há presépios feitos de luzes, anjos, Papai Noel com suas renas. Um lugar mágico para as crianças, quer dizer, não só para elas, mas para todo mundo. Após visitar Dyker Heights você também pode fazer uma parada no Rockefeller Center para admirar a árvore de Natal mais famosa dos EUA, e também pode observar o esplendor das luzes nas janelas da 5th Avenue. Não se esqueça de que todo o ano, o Minha Viagem a Nova York organiza um passeio exclusivo por Dyker Heigths em português.

Carrossel

Além de ser um carrossel onde as crianças (e seus pais) podem experimentar a fantasia de montar cavalos brancos em um conto de fadas, Jane’s Carousel, próximo da Ponte do Brooklyn, uma verdadeira obra de arte. Na verdade, o carrossel é antigo, ele foi criado em 1922 e inicialmente instalado no Idora Park, em Ohio, onde permaneceu por muitos anos antes de ser transferido para Nova York. Graças ao trabalho de restauração que foi concluído recentemente, as cores do carrossel adquiriram seu antigo brilho novamente. O Jane’s Carousel passou por uma grande restauração, dada a magnitude do carrossel: 48 cavalos de madeira e dois carros. O bilhete custa 2 dólares e há preços especiais para escolas e grupos de pessoas. Está aberto todos os dias, exceto segunda-feira, de acordo com o site oficial: os cavalos “need a rest”, precisam descansar, pelo menos um dia por semana!

Outro carrossel, menor e mais novo, é o do Bryant Park: 14 cavalos. Um lugar emblemático como o Bryant Park, o carrossel é inserido harmoniosamente entre os arranha-céus que refletem uns aos outros, e as crianças podem sonhar andando ao som da música de um cabaret francês.

O carrossel Central Park, localizado na 64th Street na parte central do parque, ele é provavelmente o mais antigo em Nova York. Ele foi construído em 1871 (apesar de várias mudanças ao longo dos anos), a entrada custa 3 dólares e há sempre muitas pessoas (fecha nos dias mais frios de inverno).

Central Park, do zoo as marionetes

Quantas coisas as crianças podem fazer no Central Park? Muitas! De simples caminhadas para apreciar o verde e observar os esquilos, passeios de bicicleta, patinação no gelo no Wollman Rink, com vista para os arranha-céus e até pescar no Harlem Meer. Em dias de sol piqueniques em grandes espaços verdes, como no Sheep Meadow ou próximo a Belvedere Castle, assistir ao teatro de marionetes no  Swedish Cottage, onde são representados clássicos como Cinderela ou A Bela Adormecida. Fazer um passeio de barco ou alugue um veleiro de controle remoto em miniatura no Conservatory Water. Entre muitas atividades, uma é obrigatória, a visita ao Tisch Children’s Zoo. As crianças podem observar um urso cinza, o leopardo da neve, o panda vermelho; visitar o "Tropic Zone", que abriga animais tropicais ou visitar a parte dedicada aos pinguins e aves marinhas; em determinados momentos também existem atividades que incluem a alimentação de pinguins e leões marinhos e um teatro 4-D..

Outros zoo espalhados pela cidade

Zoológico do Central Park certamente não é o único em Nova York. Na verdade, o Jardim Zoológico do Bronx é um dos maiores nos Estados Unidos, com cerca de 4.000 animais e 650 espécies diferentes. No Brooklyn, Prospect Park Zoo, no Queens, Queens zoo e finalmente em Coney Island vale a pena visitar o aquário de Nova York, que abriga mais de 250 espécies de animais selvagens.

Os passeios em Coney Island

O Luna Park em Coney Island é um verdadeiro ícone de Nova York! Apenas meia hora de Manhattan de metrô (acessível pelo metrô F, Q, D, N), abre normalmente no final de março e fecha no início de novembro. No site oficial você poderá encontrar descrições de todos os passeios no parque de diversões, adequado para crianças e adultos, eles são divididos por "nível de adrenalina". Para as crianças pequenas e para os pais que querem relaxar, a seção "mild thrill" é, sem dúvida, a mais adequada: que tal girar no Tea Party, onde se pode sentar confortavelmente dentro de uma xícara que gira o tempo todo? Para as crianças um pouco mais aventureiras, o “moderate thrill” pode ser uma boa escolha, como Watermania: tenha em mente que você poderá ficar ensopada da cabeça aos pés quando estiver nesses carros de brinquedo aquáticos. Para as crianças um pouco maiores e bastante aventureiras, existem as opções “high thrill” e “extreme thrill”, isso significa: você deve estar pronto para lançar-se na famosa montanha-russa Cyclone a mais velha dos Estados Unidos e feita de madeira (mas está em excelente condição e é super segura ... pelo menos eu espero!)

Coney Island não é só adrenalina…

Coney Island não é apenas o Luna Park, de fato, vale a pena passar um dia inteiro nele e desfrutar todas as atrações com a família desse lugar único (e rico em história) nova-iorquina. Caminhar ao longo da Coney Island Boardwalk é outro ótimo passeio. A caminhada por Coney Island levará um longo tempo: é muito longa e cheia de comida de rua, onde você tem que parar e experimentar as fatias de pizza, o cachorro-quente e muitas outras iguarias locais; quando se fala de pizza, lembra as melhores do Brooklyn como a Totonno Pizzeria Napoletana ou Pizzeria Grimaldi. Os cachorros-quentes "históricos" do Nathan’s, aberto desde 1916, onde um dos clientes mais regulares foi Al Capone. A comida típica de Coney Island são os populares "knishes" (feito com purê de batatas, carne moída, chucrute, cebola, Kasha, o que seria uma mistura de trigo mourisco e queijo) que se tornou popular em Coney Island devido aos muitos imigrantes do Leste Europeu que chegaram no início de 1900. E para as sobremesas, considere ir até Williams Candy, há 75 anos produzindo os "candies" mais famosos do mundo: Red Candy Apple, coberto com caramelo, Marshmallow Treats (como descrever um doce com amendoim e recheado com marshmallow? somente experimentando!), sorvete, pirulitos, etc.

Vá também ao Coney Island Museum, que abriga um modelo 3D do luna park original, feito pelo artista Fred Kahl, muito antigo (e indisponíveis), tem cartões postais de Coney Island e muito mais. Há espetáculos tradicionais, como o circo, mágica, teatro, etc. organizado pelo "Coney Island USA", que têm " programs for everybody " e quer melhorar e preservar a cultura de Coney Island e a cultura americana local. Finalmente, para relaxar e digerir toda a comida que você irá encontrar por Coney Island, um passeio na Wonder Weel (US $ 7), com mais de 45 metros de roda gigante para você observar do alto a magia que é Coney Island. Ela remonta à década de 20: sua construção. Perto da roda-gigante, há também o "kiddie park", um pequeno parque apenas para crianças, com 16 jogos diferentes, tais como: carrossel, pequena montanha russa, Sea Serpent, Rio Grande Train.

 

Museus: aprendendo… enquanto se diverte!

American Museum of Natural History

Onde: 79th street e Central Park West

Visite o Museu de História Natural, em Nova York é uma maneira divertida de introduzir as crianças na ciência. E esse é um dos museus mais emocionantes de Nova York. O planetário possui a representação do universo em diferentes escalas de planetas e estrelas, é algo que deixa as crianças e os adultos fascinados! Na seção pré-histórica, todo mundo se sente "pequeno" debaixo dos enormes esqueletos de dinossauros, bem como debaixo da icônica Giant Blue Whale: um modelo de uma baleia azul com quase 30 metros de comprimento, suspenso no ar. Deitar-se sob a sua barriga é um "must" para todos os visitantes: esse é um meio para prestar homenagem a esta espécie ameaçada lembrando que é responsabilidade de todos nós cuidarmos do meio ambiente, para que esses animais extraordinários possam continuar a existir em nosso planeta.

Sony Wonder Technology lab

Onde: 550 Madison Avenue

Esse é o museu da Sony, completamente Sci-Tech. Quatro andares com uma exposição interativa para todos os visitantes (com atividades para crianças de diferentes idades), no início da visita, você cria seu próprio perfil digital: foto, gravação de voz e escolha de gostos musicais, cores, etc. Instalações "tecnologiche" que mostram como os dispositivos evoluíram nas últimas décadas (de algo grande e pesado para a "nanotecnologia"). A área Robot, onde as crianças podem interagir com robôs e o Interactive Floor, onde você persegue os pontos coloridos no chão que se movem junto com outros visitantes e o Dance Motion Capture, em que ao dançar aparece uma imagem refletida em um vídeo na frente com um personagem animado Sony, você aprenderá melhor a construir personagens de jogos de vídeo.

Megastore da Time Square

As megastores próximas da Times Square, como a Disney Store, M&M's e Toys R Us, muitas vezes organizam eventos para as crianças. Toys R Us não é apenas uma loja de brinquedos, ela possui diversas atrações para crianças, como roda-gigante de 18 metros de altura, um modelo em tamanho real do Tirannosuaro Rex, a casa de Barbie (400 metros quadrados). Infelizmente está fechada, mas vai reabrir em breve. A Disney Store é uma espécie de miniatura da Disneyland com castelos de fadas, bonecos gigantes dos clássicos e famosos personagens, tem até um teatro onde são projetados (em uma tela de estilo jukebox) cenas dos desenhos animados clássicos da Disney.

A loja da M&M's é o risco, pois as crianças encontrarão centenas de confetes diferentes (o que seria perigoso para a carteira dos pais), mas as crianças também gostam de passear pela imensa loja, e tirar fotos com os famosos bonecos dos M&M's, o "Red", o sarcástico da gangue, "Yellow" mias ingênuo, e os mais recentes, Green, Blue e Orange. 


Lembre-se: os cadeados devem ser aprovados pela TSA August 09 2016

Vamos tentar ser claro. Se você quiser fechar sua mala de viagem com um cadeado antes de embarcar para os Estados Unidos, o cadeado deve ser aprovado pelo TSA. O que isso significa? Que os funcionários do órgão de segurança americano (TSA) podem verificar sua mala. Eles têm as ferramentas apropriadas para abri-lo sem danificá-lo. Se o cadeado não for aprovado pelo TSA, provavelmente será quebrado, e eles não pensarão duas vezes em fazê-lo. Como saber se seu cadeado foi aprovado ou não? Cadeados aprovados possuem o símbolo semelhante a um losango vermelho, como na foto.

 

Como você saberá se sua mala foi aberta ou não? Dentro da mala você encontrará um folheto como esse da foto.


Dez conselhos para sua primeira viagem a Nova York. Ah não, são Vinte! August 08 2016

  • Não encha muito a mala, você irá voltar com ela cheia. Você pode comprar as coisas aqui e ir usando elas durante a viagem. Traga uma bagagem de mão com o essencial para os primeiros dias, isso porque a bagagem pode ser perdida facilmente.
  • Lembre-se de que as mudanças climáticas de Nova York podem ter efeitos nocivos sobre você, especialmente no verão, o calor úmido do ar-condicionado é um problema. Por isso, traga um agasalho leve que pode ser útil.
  • Compre o CityPass (aquí) ele inclui algumas das principais atrações da cidade, e vai ajudar você a organizar melhor o seu tempo. Visite a Estátua da Liberdade na parte da manhã, não vá até a coroa, não vale a pena. Ao Empire State você pode ir duas vezes, uma vez de manhã e a outra após as 20:00. Não há necessidade de ir até o andar de cima, suba até o 86º andar. Para ir aos museus escolha um dia chuvoso, se houver.
  • Busque sair um pouco da zona da Times Square. Nós oferecemos diferentes passeios por Manhattan. 1) Visita ao Bronx, Queens e Brooklyn (aqui). 2) Passeio por Nova Jersey e Cake Boss (aqui). Esses passeios são uma maneira inteligente de passar algumas horas visitando lugares da maneira que você quiser. Não se esqueça da missa gospel e do Harlem, o coração da cultura afro-americana (tour aqui).
  • De vez em quando, perca-se sem destino por Manhattan.
  • Tente não dormir muito cedo assim você também poderá curtir noite de Nova York. Descanse durante a tarde, tipo das 17:00 às 20:00 ou das 14:00 ás 17:00.
  • Para os show da Broadway existem estandes co ingressos a preços acessíveis na Times Square ou no Battery Park, mas se você quiser ver o mais belo de todos, vá ao espetáculo do Rei Leão, você pode reservá-lo aqui com antecedência.
  • Avalie as possibilidades de passeios de um dia nas cidades próximas, vale a pena sair de Nova York. Conheça Washington, Filadélfia ou Boston (encontre os passeios aqui). Se você tiver dois dias disponíveis, visite Niagara Falls. Evite fazer esse passeio de avião. O espetáculo das quedas a noite seria perdido, e quando o tempo está ruim, o avião não decola e assim, você teria que voltar de ônibus de qualquer maneira.
  • Ônibus sem teto também pode ser uma boa opção para conhecer Manhattan (aqui).
  • Não compre lembranças nas áreas turísticas, Little Italy é um bom lugar para fazer isso a preços excelentes. Antes de comprar um cachorro-quente, sempre pergunte o preço, nunca pague mais de 3 dólares por ele.
  • Se você tiver mais de 21 anos, você não pode perder os terraços panorâmicos (nós temos um passeio fantástico, veja aqui). Se você estiver viajando com crianças, avalie a possibilidade de ir para a Dumbo e veja um panorama fantástico (nós também temos o passeio, veja aqui).
  • Para fazer compras, não vá somente na Macy’s ou Century 21, há muitas lojas na Quinta Avenida, mas se você quiser enlouquecer, vá a um outlet.
  • Não beba cerveja na rua, é proibido. Vocês devem estar pensando que isso é uma coisa absurda, e eu digo a vocês, isso é uma coisa absurda. Mas o que nós achamos não tem poder para mudar a realidade. Se você for pego bebendo na rua, deverá pagar uma multa, sem reclamar, caso contrário, você será preso. Você também pagará multa se passar pelas catracas do metrô sem pagar, ou se fizer xixi na rua. Digo essas três coisas, porque são normais para nós, mas como uma agência de turismo em Nova York é nosso dever conscientizá-los.
  • Passeie pelo Central Park de bicicleta (aqui), é muito impressionante, faça também o passeio de barco pelo lago, é lindo.
  • Se você gosta de arte, tente comprar algo único. A final, o Chelsea Market é uma cooperativa de belos artistas, passeie pelo local.
  • Se você quiser comer uma boa pizza, eu recomendo San Matteo, Ribalta, Song e Napule, Numero 28, Don Antonio, Kesté, Sottocasa. Para uma fatia de pizza de alcachofra. Se preferir uma fatia de pizza a um dólar, recomendo o 2 Bros Pizza. Se você quer um bom prato de massa, eu recomendo Il Salumaio, Amarone e Via della Pace.
  • Para hambúrgueres, eu realmente gosto do Corner Bistro, mas também gosto muito do Shake Shack. Especialmente a que fica localizada dentro do Madison Square Park.
  • Se você quiser uma experiência glamourosa, vá para jantar no Tao Downtown.
  • Para um Brunch, aconselho Sweet Chick no Lower East Side.
  • Não se esqueça de visitar a Roosevelt Island, é realmente fantástica (também temos esse passeio aqui).
  • Se você tiver crianças, o playground de Coney Island é um dever moral.
  • Evite comprar produtos eletrônicos nas lojas próximas a Times Square, vá a uma loja B&H.
  • Dê um passeio durante o pôr do sol na High Line.
  • Venha visitar o nosso escritório, próximo da Times Square (324W 47). Vamos lhe dar nosso chaveiro!

Descobrindo a Ponte do Brooklyn July 28 2016

 

Por: Ernesto Manuel Lopez

Nova York é uma cidade cheia de edifícios emblemáticos que alcançaram fama mundial e admiração por sua beleza, personalidade ou eventos relevantes em seus limites. A arte ajudou a contribuir para o mito e da imagem nova-iorquino, inspirados por cenas de filmes clássicos, fotografias, livros e canções; alimentando o desejo de milhões em todo o mundo, que sonham  um dia visitá-la.

A ponte do Brooklyn é uma das melhores partes de Nova York. Possui um misto de misticismo e elegância, e exerce um magnetismo sobre toda a cidade, tomando conta da paisagem do East River e de Downtown Manhattan.

A construção desta obra-prima da engenharia do século XIX foi um dos momentos que marcaram o desenvolvimento urbano, econômico e social de Nova York, na segunda metade do século XIX. Esse grande evento histórico, foi marcado por acontecimentos anedóticos. Até mesmo mortes, antes, durante e após a ponte ser concluída, com algum corajoso ou louco, que tentaram registrar algum tipo de recorde saltando de seu topo.

A construção começou em 1869, inicialmente projetado pelo imigrante alemão John Augustus Roebling, que teve a infelicidade de sofrer um acidente de trabalho e faleceu antes da obra ser concluída, mas antes ele colocou o seu filho de 32 anos idade, Washington Roebling encarregado do projeto, porém ele deve o mesmo destino do pai, e também sofreu um acidente durante a construção da ponte. Washington era auxiliado por uma mestre de obras que acabou fazendo história, ganhando a reputação de ser a mulher que salvou a construção da ponte do Brooklyn: Emily Warren Roebling.

Sob a supervisão de seu marido, Emily estudou matemática avançada, cálculos de curvas catenária, especificações de pontes e de toda complexibilidade do estudo de cabos. Ela passou 11 anos auxiliando Washington Roebling, supervisionando a construção da ponte, transmitindo para cada engenheiro a importância do trabalhado, visitando todos os dias obras, traçando o futuro de todas as mulheres engenheiras. Em 24 de maio de 1883 Emily foi a primeira pessoa a atravessar a ponte em um veículo puxado a cavalo. Atualmente, é possível encontrar uma placa em sua homenagem na ponte.

Construída com inúmeras passagens e compartimentos através de sua fixação, foi visitada pelo prefeito de New York quase 102 anos mais tarde, uma inscrição próxima de um vinícola aos redores da ponte foi achada, ela dizia: "Quem não gosta de vinho, mulheres e música, vai ser um tolo por toda a sua vida".

A ponte de Brooklyn é um lugar mágico, onde os nova-iorquinos e todos os seus visitantes se apaixonam, é o lugar ideal para se tomar decisões importantes ou apenas para desfrutar da brisa do rio em uma noite de verão. Os "Locks of Love" Cadeados do Amor são uma das práticas dos casais que vão até a ponte, o casal registra a data e as iniciais em um cadeado, fecham o cadeado na ponte e jogam a chave no rio como um sinal de que o seu "amor é eterno". Alguns falam que essa ação já esta causando danos à ponte e já foi considerada oficialmente ilegal em Nova York. De tempos em tempos cadeados são removidos da ponte do Brooklyn, mas a ação praticada por aqueles que estiveram lá nunca será apagada de suas memórias. A emoção e as memórias, junto da grandeza do East River, e a cumplicidade da lua, testemunhando uma alegria que se torna realidade.


As luzes de Nova York capturadas por Sonya Sklaroff June 21 2016

Por: Mariagrazia De Luca

deluca.marymary@gmail.com

No saguão do luxuoso hotel francês Sofitel, localizado entre a Times Square e a Grand Central Station, tenho um compromisso com a pintora Sonya Sklaroff, que terei a honra de entrevistar para vocês leitores do Minha Viagem a Nova York.

As paredes do hall do hotel já estão preparadas para receber seus quadros incríveis. Seu tema é por excelência a cidade de Nova York.

Os quadros de Sonya retratam Nova York, mas não a cidade que vemos nos cartões postais ou nas fotos que estamos acostumados a ver. Ela retrata especialmente os momentos fugazes de Nova York, uma cidade com tal velocidade, que às vezes é difícil perceber detalhes, como a luz rosa ao anoitecer no fundo das Water Towers, ou o brilho da neve em uma das muitas ruas do centro de Manhattan. Da mesma forma, os rostos fugazes dos pedestres atravessando uma rua ou avenida em um dos muitos dias de chuva da cidade, e Coney Island, com todos os seus jogos de luzes em seus brinquedos eletrônicos.

Quando uma jovem, vestida de forma muito elegante, vem até mim sorrindo e estende a mão, eu logo lotei, essa é Sonya Skalaroff, sem pensar muito, eu a agradeço, "Obrigado, suas pinturas realmente me tocaram!"

Caminhando pelo lobby do Sofitel, foi como se eu estivesse vendo Nova York pela primeira vez de novo, rodeado pelas paisagens nova-iorquinas de Sonya.

“Como você pode ver, eu pinto Nova York, mas a Nova York que eu amo é que a mais antiga uma que as pessoas tendem a não valorizar mais.” “Por exemplo, neste quadro, podemos ver o Empire State Building ao fundo, em segundo plano, você pode reconhecer todos os edifícios famosos, mas eles não os protagonistas da cidade". 

Os verdadeiros protagonistas nas fotos de Sonya são as luzes, cores, emoções e sentimentos. "Você pode ver uma mulher caminhando em direção ao oeste na Houston Street, com o vestido que se move pela brisa.”

Sonya também se mostra muito interessada no tempo. "Em minhas pinturas existem guarda-chuvas realmente molhados em dias de chuva. O clima interfere no humor, mas também nas cores, dependendo da hora do dia. Por exemplo, nesta pintura podemos ver as Water Towers contra um céu dourado de um final de tarde".

Sonya me convidou para acompanhá-la em uma “excursão” pelo hall do Sofitel, (que honra!) Ela será minha guia. Paramos na frente de uma pintura que descreve a festa de San Gennaro realizada todo mês de setembro na Little Italy.

"Você já esteve na festa de San Gennaro?" Sonya me perguntou: "É muito engraçado! Jogos, comidas deliciosas e enfeites maravilhosos". Quando perguntei como ela escolhia os temas de suas pinturas, Sonya confessou que “achava” um tema instantaneamente ao caminhar pelas ruas de Nova York. "Por exemplo, eu decidi retratar esse momento da festa de San Gennaro, em uma tarde do outono por causa das luzes: Esse é o momento em que as luzes avermelhadas das decorações começam a se juntar com a luz dourada do céu."

Sonya então acabou confessando o seu amor pela Itália. "Eu estudei em Roma por um ano e esse período foi fundamental na minha formação artística.” Durante a sua estada em Roma, Sonya andava acompanhada de um caderno de desenho e, assim, ia capturando e imortalizado a arquitetura, o céu, e as pessoas em cafés e nas praças da cidade. "Na Itália, eu descobri a luz dourada do fim de tarde, e ainda carrego isso sempre comigo, há 25 anos, desde a minha estadia em Roma, até hoje".

Indo de quadro em quadro, percebo como o céu é lindo! E como é difícil ver entre os arranha-céus de Nova York, que é a parte protagonista das fotos de Sonya.

"Eu amo as paisagens, mas também os momentos íntimos". Estamos nos aproximando de uma pintura que retrata uma loja de conserto de sapatos (shoes repair). "Este é o único retrato do interior de um local exposto no hall do Sofitel”. É o retrato de um sapateiro que tem sua loja perto da minha casa. Por dentro pensei It’s so New York! A Sapataria representada na pintura de Sonya está localizada em Soho, mas poderia estar em qualquer outro bairro de Nova York, especialmente no centro da cidade.

Então uma pintura me chamou a atenção, retratando a Coney Island. "Eu amo a Coney Island", disse Sonya com ênfase. “It’s so much fun!” "Coney Island é a quintessência da Nova York”.

Se eu tivesse que definir o estilo de Sonya com uma palavra, certamente, correndo o risco de simplificar demais, gostaria de usar a palavra "poética". "Eu gosto de jogar com cores e ser ousada! O céu não é apenas azul, também é vermelho ou laranja. De acordo com a cor do céu, tudo se altera, inclusive a cor dos edifícios”.

“Esse quadro indica uma pintura que mostra um dia de neve em qualquer rua da cidade de Nova York”, cujo tema pode ser qualquer canto da cidade, nada de extraordinário à primeira vista. Mas, ao mesmo tempo, é espetacular! Olhe para os detalhes da neve, as pegadas no passeio, as formas das janelas... Isso não é emocionante? “Para mim é, e é isso que eu quero transmitir através de minhas pinturas”.

Sonya define sua relação com Nova York como uma relação que começou há 25 anos. Sonya nasceu e foi criada na Filadélfia, mas cresceu passando quase todos os finais de semana em Nova York, visitando a sua avó. Assim que ele terminou seus estudos na Escola de Design de Rhode Island, "inevitavelmente", ela se mudou para Nova York. "Eu tinha 21 anos...”

Para a pergunta: "Qual é a Nova York, que você mais ama e qual você sente como se fosse a mais sua?" Sonya me respondeu sem hesitação. "Entre a 14th Street e Canal Street. Há 15 anos eu tenho meu estúdio no Soho, e quando eu preciso de inspiração... Saio de casa e dou um passeio ao redor do bairro. Soho tem uma identidade muito forte, não como Midtown e o centro com todos aqueles arranha-céus. Eu gosto da Nova York nostálgica".

A nostalgia confessa Sonya, é pelos pequenos detalhes. "Nos últimos 25 anos tem havido muitas mudanças. Mas os pequenos detalhes que desapareceram são os que mais me fazem falta. Por exemplo, lembrar o velho semáforo “DON’T WALK”? Este é um detalhe que me faz muita falta. Há muitos anos atrás ele foi substituído pelo homem iluminado".

"O que você aconselharia os nossos leitores do Minha Viagem a Nova York, que estão fazendo planos para visitar a cidade? Onde você os aconselhariam a ir?" Perguntei para Sonya.

"Primeiro, descarte os guias. Vá para os barber shops, shoes repair, pequenos restaurantes, em vez de procurar apenas os grandes night club da cidade. Compartilhe com as pessoas locais, converse com elas, essa é a melhor maneira de você ver a verdadeira Nova York. Olhe ao seu redor, veja o que tem acima de você... Repare na arquitetura e visite os museus. Alguns são fabulosos! Fora de Nova York também existem lugares incríveis. O meu favorito é o estado de Maine, onde eu tento ir todo verão para pintar. A paisagem selvagem das rochas e as casas antigas me dão um novo fôlego."

Além de pintura, Sonya dá alguns cursos na New School University. "Eu sempre digo aos meus alunos para nunca dizer não às experiências que surgem em suas vidas, claro sem exageros. Nova York é o lugar ideal para se tornar um artista “well rounded”, um artista e também uma pessoa em sua totalidade. Eu me sinto muito feliz por ser capaz de trabalhar com o que eu amo, e conseguir tocar aqueles que veem as minhas pinturas. E não só aqueles que amam Nova York..."

 

Sonya se despede de mim com um abraço e vai em direção a Grand Central. Eu vou para o outro lado, pegar o trem 1, que passa na Times Square. Vou observando a Nova York que Sonya pinta em seus quadros, que às vezes eu não vejo por causa dos meus muitos compromissos e pensamentos.

"Obrigado a Sonya, por me fazer ver a verdadeira Nova York."

 

As próximas exposições de Sonya:

Galerie Next, Toulouse (França), Novembro de 2016

Galerie Anagama, Versailles (França), Setembro de 2017

Air France First Class Lounge no aeroporto JFK (Nova York). Atualmente esta no aeroporto até Outubro de 2016.

 

Página web: http://www.sonyasklaroff.com

 

 

 


Dez lugares incomuns que eu amo em Nova York June 15 2016

 

  • Red Hook (Brooklyn)

Não só porque aqui viveu o grande escritor Lovecraft (e nasceu Al Capone), mas também pela vista fantástica que o lugar oferece. Daqui você pode olhar diretamente nos olhos da Estátua da Liberdade, observando toda a baía de Nova York.

  • Sylvia’s (Harlem)

O restaurante de cultura Sul Africana, Soul Kitchen, é visitado especialmente durante o almoço de semana, quando podemos ver a “vida real” daqueles que vem até aqui, a classe média afro americana. Experimente o frango frito.

    • Flushing Meadows Park (Queens)

    O parque é um dos maiores de Nova York, e nele esta localizada a enorme Unisphere, que representa o globo terrestre. O local é perfeito para um churrasco no fim de semana. No verão a fonte é aberta, e o espetáculo é incrível.

    • Cobble Hill (Brooklyn)

    Eu amo o brownstones, ruas arborizadas e longe da agitação de Manhattan. Bairro histórico do século XIX, onde nasceu a mãe de Winston Churchill.

    • Bushwick (Brooklyn)

    Os grafites da cidade, a juventude, os artistas, os itálos-americanos e as fábricas abandonadas. Isso é vida!

    • Socrate’s Park (Queens)

    Um parque com várias esculturas contemporâneas, você vai entrar em um mundo surreal. Ele está localizado em Astoria, no Queens.

     

    • Staten Island Boat Graveyard (Staten Island)

    Um lugar diferente, secreto, com vários navios abandonados no mar. Parece que aqui, estamos dentro de um mundo totalmente apocalíptico. 

    • Roosevelt Island Hospital (Roosevelt Island)

    Essas são as únicas "ruínas" remanescentes de Nova York. Um lugar "assombrado" pelos fantasmas do século XIX, aqui eram tratados os pacientes com varíola.

    • Brooklyn Vinegar Hill (Brooklyn)

    Um lugar fantástico, com uma vista espetacular de Manhattan. Com uma mistura de casas do século XIX, e grandes avenidas.

    • Green Wood Cemetery (Brooklyn)

    Em Nova York os cemitérios são parques! E esse do Brooklyn é incrível. Cinematográfico, com uma vista fantástica!


      Você já visitou o clube mais antigo de jazz do Harlem? June 14 2016

      Por: Mariagrazia De Luca

      deluca.marymary@gmail.com

      Foi no distante ano de 1969, quando Samuel Hargress, Jr., fundou o Paris Blues Jazz Club, nessa mesma rua, no número 2021 na Adam Clayton Powell, Jr. Blvd, entre a 121 e a 7th Avenue. Samuel Hargress, ou Sam, como todos os seus amigos e visitantes o chamavam, é uma verdadeira instituição aqui no bairro. Ele estava aqui na época dos protestos dos negros americanos no final dos anos 70, quando mataram Martin Luther King, e também presenciou os momentos mais difíceis da vizinhança quando era perigoso andar pelas ruas do Harlem, que fizeram com que os judeus e italianos, que vivam aqui na época, começassem a se mover mais para perto de downtown. Os custos dos imóveis nessa área eram muito baixos, por isso Sam comprou este restaurante e começou a promover o jazz, trazendo os grandes artistas que passaram a povoar o bairro da cidade. E é incrível, até hoje, nada mudou no Paris Blues. Sam está sempre lá, entretendo os visitantes e encontrando novos e velhos amigos. Um lugar que os leitores do Minha Viagem e os amantes do jazz de Nova York e definitivamente devem visitar.

      Sam faz parte da história do Harlem e da cidade de Nova York. Ele tem 78 anos e desde os 48 participa da gestão do “the Harlem’s oldest and only live jazz dive since 1969”.

      Pedi desculpas pelo meu ligeiro atraso, e Sam imediatamente começou a me contar sobre o seu bar. Logo emerge um profundo amor e orgulho deste lugar que já recebeu muitos músicos e fãs apaixonados pelo jazz.

      "Nós temos música ao vivo todas as noites, as sessões duram praticamente a noite toda, até mais ou menos quatro horas da manhã." Ele me contou isso com muito orgulho. "Hoje temos uma banda de 21 horas até 01 hora, depois outra até às 04 horas."

      Pergunto ao Sam quem são os músicos que tocam no Paris Blues e como as coisas mudaram nesses quarenta anos que bar funciona. "Alguns músicos dos velhos tempos ainda estão aqui, outros já se aposentaram, mas ocasionalmente vem nos visitar. Alguns rodam por ai, e de repente, voltam ao Harlem e claro, vem para o Paris Blues”.

      "Qual o musico mais importante de Jazz que já tocou aqui Sam?", Pergunto com a confiança que rapidamente se confirmou na conversa.

      "O personagem mais importante de jazz que já esteve aqui é meu vizinho! Waycliffe Gordon, (https://wycliffegordon.com) mora aqui nesta rua. Às vezes, ele vem aqui para Paris Blues e senta-se no bar, e depois junta-se uma das bandas que e começa a tocar seu trombone. Ele toca frequentemente no Lincoln Center, mas esta sempre aqui com a gente, somos amigos a quase uma vida inteira. "

      "Sam, como era o Harlem há 50 anos?", Eu não sou capaz de imaginar todas as mudanças que esse bairro sofreu durante as manifestações pelos direitos iguais dos afro-americanos, e no que ele se tornou hoje. Sam e seu clube foram testemunhas disso e de muito mais.

      "O bairro não era um lugar fácil de viver. O assassinato de Martin Luther King, as pessoas saindo às ruas para se expressar ... Eu vivo em Nova York há 55 anos. Eu nasci no Alabama, me alistei no exército e fiquei nele por um tempo. Meu irmão estava aqui, então eu pensei em vir morar com ele. Meu irmão me encontrou um emprego, neste mesmo local, mas aqui era totalmente diferente. Ele era administrado por judeus e não tinha música ao vivo. O Harlem, em seguida, começou a mudar rapidamente, e nem sempre para melhor. As pessoas vinham morar aqui porque era perigoso, então elas poderiam comprar casas mais baratas, e foi isso que eu fiz. Com o prefeito Giuliani as coisas começaram a melhorar. Ele conseguiu diminuir muito a criminalidade na cidade".

      Sam parece ver o lado positivo da "elitização" do bairro. O Harlem, em sua opinião, ainda é um lugar real, e, de fato, muito dinheiro se move aqui e isso é bom para os seus negócios.

      "Harlem é muito melhor hoje, com certeza ele nunca foi tão bom!” Para mim, essa “elitização” também significa que turistas de todo o mundo vêm aqui. 60% dos clientes atualmente são turistas. Em suma, essa “elitização” não me incomoda, porque isso significa mais dinheiro para mim.

      Sam explica que, apesar disso, o local é exatamente como era há 50 anos.

      "Eu sou do sul, certo? Ok, aqui conservamos os mesmos hábitos, como em Louisiana. Temos um free buffet e todos comem juntos ".

      Quando pergunto quais são seus planos para o futuro, um sorriso aparece, e ele me informa que daqui a 3 ou 4 anos o seu filho irá herdar o clube. "Meu filho vai lidar com isso pelos próximos 40 anos! Mas eu me preocupo, e vou tentar me manter por perto até quando eu aguentar”.

      "Sam", eu pergunto antes de me despedir, "Posso convidar os leitores do Minha Viagem à Nova York para vir aqui no Harlem e ouvir boa música em seu Jazz Club?”.

      “Sure! Toda segunda-feira e terça-feira há também um atendente italiano que trabalha com a gente.” “E quando perguntado o qual o melhor dia para visitar o Paris Blues, Sam me respondeu sem hesitação”.

      "Tonight!"

      Eu tenho a impressão de que todas as noites são perfeitas para visitar Paris Blues.


      Onde esta localizada a casa da série Friends? May 27 2016

      Para aqueles que gostam da série Friends, é quase que obrigatório fazer uma caminhada em torno do West Village, onde você pode encontrar o edifício em que ficava o apartamento da Monica (na esquina da Bedford St. com a Groove St. se vocês usarem o google maps, é só procurar por esse endereço: "90 Bedford St. New York, NY 10014").

      A primeira coisa que você irá lembrar ao ver o prédio é que existia uma grande janela que aparece dentro do apartamento na série. Pois é, as cenas que se passavam no interior do apartamento foram feitas em estúdios, e, na realidade, este edifício no Village tem apenas pequenas janelas. Ficticiamente, no interior do edifício no térreo, estava localizado o Central Perk. Na realidade, ele também nunca existiu. Nesse local, há um bar/restaurante chamado The Little Own.

      A melhor foto que consegui tirar foi desse lado, onde deu para pegar todo o edifício (lembre-se do poste que tem ao lado do prédio).

       

       Aqui está o mapa!


      Bushwick, o bairro com maior quantidade de artistas no mundo que fica no coração do Brooklyn May 22 2016

      Texto e foto de Luca Marfé

      FacebookLuca Marfé Photography - Twitter: @marfeluca - Instagram@lucamarfe

       

      Partiremos de um conceito muito simples: se você ama o grafite, você tem que conhecer Bushwick, imediatamente.

      Na linha L da Union Square em direção ao Brooklyn, desça na Jefferson Street e comece a andar pelo universo hipster mais cool de Nova York.

      Uma viagem dentro de uma viagem para todos os amantes da Big Apple.

      Antes mesmo de saltar do metrô, comece a limpar a tela de seu telefone (ainda melhor se tiver função contínua), pois sua imagem pode ser cortada.

      Entre na Wyckoff Avenue e ande em direção a Troutman Street e se perca entre as milhares de diferentes expressões artísticas que moradores e simples frequentadores têm dado a este bairro cada vez mais visitado.

      No passado aqui havia grande quantidade de fábricas, hoje muitas delas estão abandonadas e se tornaram o coração pulsante do talento nova-iorquino.

      Troutman Street, acho, particularmente, uma obra-prima de cores e visões. Os murais são enormes e cobrem fachadas inteiras de edifícios. Você pode ir e voltar pelas obras pelo menos umas dez vezes, no entanto, nunca será suficiente e você sempre irá querer mais. E a cada passo verá algo novo, um detalhe ou um enorme portão que um momento antes você não tinha observado.

      Maravilhas urbanas.

      Existem muitas mensagens fortes, de cunho político e social. A arte não é só estética, mas os artistas querem fazer com que as pessoas escutem suas vozes e mudem as coisas erradas.

      E o que dizer da diversidade? Você vai se deparar com personagens de todos os tipos. Os artistas de rua e os cidadãos comuns do mundo em busca de um momento de relaxamento, incluindo uma cerveja gelada (totalmente artesanal!) e alguns aperitivos, quaisquer que sejam.

      Deixe em casa qualquer vestígio de timidez e se entregue: você terá as conversas mais absurdas e interessantes de sua vida!

      Entre os lugares para escolher está o The Rookery, à direita na Troutman Street. O balcão é ótimo, a seleção de cerveja é interminável e o hambúrguer, o melhor que já caiu em minhas mãos! Tudo a preços relativamente baixos e com um belo jardim do lado de fora.

      Como alternativa, existe um lugar mais famoso e, certamente, mais caro, o Sea Wolf, local de Wyckoff e Troutman. Você come divinamente (carne e peixe), o lugar é muito bom, tem um espaço amplo tanto interno quando externo e as bebidas são deliciosas. O único ponto sensível: a conta. A equipe está sempre muito ocupada e por isso muitas vezes não é amigável.

      Quando você voltar para Manhattan (sei que estamos falando de Manhattan!), parece que está voltando para o planeta Terra.

      Porque, como diz a obra de arte na área, Bushwick é uma espécie de "outro planeta".  E, na minha cabeça, será assim por um bom tempo.

       


      Cem coisas que eu amo em Nova York May 19 2016

      •  O sol que nasce de repente.
      • A neve.
      • Um café quente em um bar no Brooklyn.
      • O labirinto das ruas da Times Square.
      • Sair às 3 da manhã e encontrar o supermercado aberto.
      • As pessoas cantando nas ruas.
      • Observar o topo do Empire.
      • Atravessar a Ponte do Brooklyn (ou Manhattan) em um táxi à noite.
      • Almoçar no Bryant Park.
      • Assistir um filme nos cinemas montado nos parques no verão.
      • Tomar um Martini em um terraço e não se preocupar com mais nada.
      • Tomar uma cerveja no Mcsorely’s Old Ale House, pub mais antigo de Nova York.
      • Fazer um jantar romântico no Tao Downtown.
      • Andar de bicicleta no Central Park.
      • Fazer um piquenique no Central Park.
      • Visitar o MoMA.
      • Comer um bagel com cream cheese no café da manhã.
      • Comer um donutno Dunkin 'Donuts.
      • Comer um cachorro-quente na rua.
      • Procurar as últimas notícias sobre os novos hambúrgueres nova-iorquinos.
      • Visitar a Frick Collection.
      • Tomar um Martini em um bar secreto.
      • Caminhar pelo High Line no verão.
      • Comer a lagosta do Lobster Palace, no interior do Chelsea Market.
      • Comer os peixes do bairro grego de Astoria.
      • O Sushi do East Village.
      • As pessoas que não desistem de seus sonhos.
      • A primeira vez na Times Square, quando você deslumbrar com todas as luzes.
      • O silêncio que a neve traz.
      • A linhaL do metrô anoite.
      • A linha J quando vamos do Brooklyn para Manhattan.
      • O gospel doHarlem.
      • Encontrar com amigos depois do trabalho.
      • Participar de uma conferência na casa ZerrilliMarimo.
      • As Pizzas itália-Americanas.
      • O Brooklyn e seus segredos.
      • As caixas d’águas enormes dos grandes edifícios.
      • As escadas de emergência.
      • Os bombeiros e suas incríveis sirenes.
      • A força dosgrafites nas ruas.
      • As galerias do Chelsea.
      • Os músicos que tocam na Washington Square.
      • As noites de Nova York que nunca terminam.
      • Union Square e seu mercado orgânico.
      • O memorial do 11 de Setembro.
      • Observar a Estátua da Liberdade à noite.
      • Comer um hambúrguer que não cabe em sua mão.
      • As batatas fritas do Pommes Frites.
      • Patinar no Rockefeller Center.
      • O espetáculo das Rockettes no Natal.
      • A Opera do Met.
      • Assistir um jogo de basquete no Barclays Center.
      • Passear por Williamsburg.
      • A vista do Brooklyn Heights.
      • A beleza do East River.
      • A galeria egípcia do Met.
      • A grandiosidade do Brooklyn Museum.
      • Um cupcake no final da tarde.
      • Tomar um chá no Plaza Hotel.
      • A vida noturna do Meatpacking District.
      • Os shows no Madison Square Garden.
      • Ir a um jogo de hóquei.
      • Os incríveis shows da Broadway.
      • A biblioteca de Strand.
      • As tradicionais casas do Upper West Side.
      • As mesas de pingpong do Fat Cat.
      • Me perder no Greenwich Village.
      • Os muitos bairros ítalo-americanos.
      • A Ellis Island e o Museu dosimigrantes.
      • O touro de Wall Street.
      • Os biscoitos e pãesrecém-assados às 3 da manhã.
      • O cappuccino gigante.
      • Aqueles que dançam Hip Hop.
      • Os dinossauros do Museu de História Natural.
      • Aa belezas do Museu Guggenheim.
      • Uma caminhada pela Artur Avenueno Bronx.
      • A Kat'z Delicatessen.
      • Os caminhões que fecham a rua para gravar um filme.
      • Os restaurantes do Hell’sKitchen.
      • O rockouvido no Lower East Side.
      • As patas de caranguejo do RedHook.
      • O arroz com frango.
      • O ramen do St. Mark’s Place.
      • Pegar a Balsa para chegar até o Staten Island.
      • O aspecto um pouco abandonado daConey Island.
      • A sensação que alguns dias que nunca vão acabar.
      • As pizzasde um dólar.
      • Os Jovens artistas do Bushswich.
      • Salsa dançada no Don Coqui no Queens.
      • Os mistérios de Flushing.
      • O teleférico de Roosevelt Island.
      • Os doces vendidos Korea Town.
      • O Brunch do Miss Favela.
      • Os pequenos parques com fontes escondidas.
      • A vista Top of the Rock.
      • O mistério em torno do bar Pleasedon’ttell.
      • O show Beauty & Essex.
      • Os drinks do Dead Rabbit.